We’re raising a generation of pussies

 

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Ora, muito boas tardes, meus caros… 

Já há algum tempo que estou para escrever este post, mas tinha demasiada raiva acumulada no sistema e, como tal, o mais provável era saírem ideias (ainda mais) desorganizadas com um rácio de 2 palavrões por cada meia palavra…

 Assim sendo, esperei uns tempos e cá estou para explanar mais uma deambulação. Esta deambulação vem ao encontro de uma já antiga q escrevi de seu nome “Bubble boys”

Ora eu na altura já tinha pouca paciência, mas agora… Ui…

Ora bem, isto tudo começou quando comecei a ler notícias em jornais Norte-Americanos nas quais se noticiava que eventos como Valentines’ Day deixaram de ser realizados nas escolinhas primárias. Isto porque, nestes eventos, os meninos dão prendinhas às meninas de quem gostam, e as meninas dão prendas aos meninos de quem gostam…. Obviamente que vai haver um ou outro puto que vai ficar sem prenda… É A LEI DA VIDA… mas não… as criancinhas não podem ter desilusões desse género, porque faz-lhes mal… MAS FAZ MAL A QUÊ?? AO INTESTINO??? Sim, faz mal a auto-estima, e depois??? Que tal uma boa lição de realidade assim logo de inicio? Que tal o puto aperceber-se que a vida não é tudo rosas? Far-lhe-á mal?? Mas e se o puto é um ranhoso e malcheiroso?? Não será essa a melhor forma de lhes dar a entender que se calhar um banho a cada trimestre não chega??

Alem destas situações, há o caso das ligas juvenis de basquetebol, basebol, futebol etc. em que as equipas estão proibidas de ganhar a outras por grandes margens, de modo a que as equipinhas perdedoras não fiquem desmotivadas… 

E pronto… Tudo isto culminou com a notícia que vi no outro dia no Telejornal, a dizer que é crime os pais acertarem uns sopapos nos filhos… vejamos a coisa com alguma perspectiva. Ninguém aqui está a falar em acertar nos putos com cintos, tacos de golfe ou afins, mas sim, umas boas lapadas como devem ser, na altura correcta para evitar putos sempre fora de ordem, excessivamente mimados, que desrespeitam e incomodam tudo e todos. Na minha opinião, um puto de 3,4,5 anos presta tanta atenção a um “sermão construtivo” como um dálmata presta atenção ao Canal Parlamento. É chegar-lhe um sopapo no momento certo e fica a coisa resolvida. O puto não vai ficar traumatizado para toda a vida, a sociedade agradece e o puto no futuro agradece… eu pelo menos agradeço por aqueles que levei.

Mas agora fica a questão…Como dar a volta a isto?? Qual vai ser o polítco que vai chegar ao Parlamento e dizer: “Caros deputados, quero que a lei torne a permitir que se cheguem uns sopapos nos putos”??? não vai acontecer… estamos numa espiral descendente meus caros… Estamos a criar uma geração de cagõezinhos mimados, nada preparados para a selva que é o mundo do trabalho! Enfim….

 

Sugestão musical:

 

“Metallica – One” (relembrar um clássico!)

7 Respostas para “We’re raising a generation of pussies”

  1. “eu pelo menos agradeço por aqueles que levei.” – Eu na minha humilde mas sábia opinião acho k devias ter levado muitos mais, e mais recorrentemente hihih

    quanto ao resto eu já nem comento, é tipo a lei da entropia errr

  2. é pa, tens toda a razão: acho mesmo que deves agradecer por aqueles que levaste:P

  3. Esses políticos são uns cagões! Que não tem noção da realidade. Uma bofetada ou palmada bem dadas nunca fizeram mal a ninguém! A mim não fizeram, mas eu sou bem comportada por natureza =D Já de ti não se pode dizer o mesmo… Ainda precisas de umas quantas. Eheh
    Beijooo*

  4. trashthoughts Diz:

    tudo contra mim…. dassse…

  5. Eu estou eternamente agradecido pela carga de porrada que levei e ainda mais agradecido por aquela que tu levaste. E estou triste, porque quem inventou estas merdas não ter levado um tareão quando era novo e agora também.

  6. “quando comecei a ler notícias em jornais Norte-Americanos”
    Ainda estou fixada nesta parte!!!:P lolol
    Desde quando é q tu lês?? :P

    Infelizmente concordo, o resultado desta sociedade (se é q se poderá chamar sociedade: uma sociedade é o conjunto de pessoas que compartilham propósitos, gostos, preocupações e costumes, e que interagem entre si constituindo uma comunidade – como nao partilham nem compartilham nem interagem fora da sua “manada”…) serão florzinhas egocêntricas…

  7. Custa a aceitar mas infelizmente, e nos dias que correm, vimos cada vez mais as crianças a serem demasiado mimadas, demasiado protegidas… Têm tudo o que querem e não sabem dar valor a nada…
    É verdade que a culpa não é apenas dos pais mas também de toda a sociedade envolvente, que é demasiado materialista, mesquinha e afins… As pessoas esquecem-se da existência de valores que tanta falta fazem…
    Enfim, é o mundo em que vivemos! Resta-nos dar o nosso contributo e tentar fazê-lo da melhor forma, porque ainda temos algo a dizer e a fazer… Cabe-nos a nós mudar o mundo! :)

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